Estúdio de roteiros, dados e perguntas feitos sob medida para você gravar sem pressa, sem decorar, sem precisar virar outra pessoa.
Por que esse estúdio existe
Esse site foi construído para você, Gabê. Cada pauta aqui dentro saiu da agenda real do Acácio em Junho, dos documentos do mandato e dos dados do Amapá. Cada pergunta foi pensada para fazer você falar do seu jeito, sem precisar decorar nada. Cada teleprompter pode ser lido, adaptado ou ignorado. O que importa é a sua voz, a sua presença, o seu olhar de mãe e de mulher que conhece esse estado por dentro.
"Mulher do Amapá, a sua voz transforma. E nós estamos aqui para amplificá-la."
Antes de cada gravação, releia isso. Tudo no site segue esse DNA. Se algo aqui não soa como você, ajusta. O dono da voz é você.
Cada pauta aqui dentro nasceu de um dia real da agenda. Você fala antes, durante ou depois. O timing é seu.
As 8 Pautas de Junho
Briefing humanizado para você entender o porquê. Dados reais do Amapá para sustentar o que você fala. Cinco perguntas para você responder do seu jeito. Quatro versões de teleprompter prontas para ler ou adaptar. Frases-bordão para reels. Sugestão de figurino e cenário. Você escolhe o caminho. Eu só preparo o terreno.
Gabê, escuta. Hoje o Acácio vai estar na Pedro Lazarino com a Dona Francisca e a família. A Dona Fran ensinou pelo exemplo. Foi vereadora, foi deputada estadual, foi mãe. E ela sustentou uma família inteira enquanto fazia política, do jeito que tantas mulheres do Amapá fazem todo dia. Essa pauta é sua. Você fala do lugar de quem virou Favacho casando com um homem que tem essa herança. Fala do que aprendeu com ela. Fala do que ela ensinou sobre ser mulher de homem público sem deixar de ser quem você é.
Dona Francisca não me ensinou política. Me ensinou postura.
Mostrou que mulher de homem público continua sendo mulher dela mesma.
Toda mulher do Amapá que segura uma família sabe do que eu estou falando.
Quando entrei nessa família, conheci uma mulher chamada Francisca.
Vereadora, deputada, mãe. Tudo ao mesmo tempo, sem perder a ternura.
Ela não me deu lições. Ela me deu exemplo.
E foi olhando pra ela que eu entendi uma coisa. A mulher do Amapá não precisa aprender a liderar. Ela já lidera. Só precisa de espaço pra ser vista.
Tem uma mulher na minha vida que mudou minha forma de ver tudo. O nome dela é Francisca.
Ela criou os filhos, foi vereadora, foi deputada, e nunca soltou a mão de ninguém.
Eu olhei pra ela e entendi que mulher de político não é coadjuvante. É raiz. É chão. É a estrutura silenciosa que sustenta o mandato inteiro.
E sabe o que mais me toca? Que a Dona Fran é a história de tantas mulheres do Amapá. Mulheres que sustentam casa, criam filho, trabalham, cuidam da comunidade. E ainda assim não aparecem em estatística nenhuma.
Hoje, quando o Acácio sobe na tribuna, ele leva o nome dela. Quando eu falo aqui, eu carrego também. Porque a força da mulher amapaense não nasceu agora. Ela vem de Francisca, vem de antes, e vai depois da gente.
(Olha pra câmera. Respira. Sorri sem pressa.)
Eu queria contar uma história rápida. Uma história sobre uma mulher que mudou a minha vida sem nunca ter me dado um sermão.
Dona Francisca. Mãe do Acácio. Ex-vereadora, ex-deputada estadual. Uma mulher que botou pão na mesa, que botou voto na urna, e que botou amor em tudo que fez.
Quando eu entrei nessa família, eu cheguei com medo. Medo da exposição, medo de não dar conta, medo de não ser à altura. E ela me olhou um dia e disse, com a calma de quem já viveu, que mulher do Amapá não precisa ser à altura de ninguém. Mulher do Amapá já é altura.
Hoje eu sou mãe do José Valentino. E eu carrego essa frase comigo. Porque eu quero que meu filho cresça vendo que a mãe dele não vive na sombra do pai. Vive ao lado. Constrói junto.
E é por isso que eu olho pras mulheres do Amapá e digo, com toda certeza: a gente já está aqui. Sempre esteve. Só falta o mundo aprender a enxergar.
Gabê, hoje o tema é telemedicina. E você fala disso melhor do que ninguém. Você é odontóloga, você é mãe, você sabe o que é uma mulher do interior ter que pegar um barco, deixar filho em casa, gastar um dia inteiro pra ter uma consulta. O Acácio garantiu telemedicina com 36 especialidades pra todo o Amapá. Mas esse número sozinho não emociona. O que emociona é você falar do ponto de vista da mãe que não precisa mais escolher entre cuidar do filho e cuidar de si.
Mãe que adoece sozinha não pede ajuda. Aguenta.
A telemedicina chega exatamente nessa mulher.
36 especialidades. Direto pra casa. Sem deixar filho. Sem viajar dois dias.
A mulher do Amapá sempre soube se virar. Sempre.
Mas tem coisa que não é se virar. É política pública funcionando.
Telemedicina é isso. 36 especialidades médicas no celular, no tablet, na sala de casa.
Mãe ribeirinha não precisa mais escolher entre o filho e a própria saúde. Agora dá pra cuidar dos dois.
Eu sou odontóloga. Eu sei o que é olhar nos olhos de uma mãe que adiou o próprio cuidado pra ano que vem porque o filho precisava de algo agora.
Essa mulher existe em Macapá, existe em Oiapoque, existe em Laranjal do Jari. Ela é a maioria.
A telemedicina no Amapá mudou essa conta. 36 especialidades chegando direto na casa dela. Cardiologia, ginecologia, pediatria, psicologia. Tudo isso sem pegar um barco, sem deixar filho com a vizinha, sem perder um dia de trabalho.
E olha um dado que me dói. Só em Macapá, são 90 novos casos de câncer de colo de útero por ano. 70 de mama. Diagnóstico precoce salva. E pra ter diagnóstico, a mulher precisa chegar até o médico.
Hoje o médico chega até ela. E isso é cuidar de verdade.
Eu quero falar uma coisa de mulher pra mulher.
A gente tem o costume de deixar a própria saúde por último. Primeiro o filho, depois o marido, depois a mãe da gente, depois a vizinha. E quando sobra tempo, a gente vai no médico. Quase nunca sobra.
Mas tem uma novidade no Amapá que mudou esse jogo. Telemedicina. 36 especialidades disponíveis pra qualquer mulher do estado, em qualquer município, sem precisar viajar.
Pensa numa mãe ribeirinha em Bailique. Pensa numa mulher em Pracuúba. Antes, uma consulta era um dia inteiro de barco e de espera. Hoje, é uma chamada de vídeo, uma receita digital, e ela continua perto dos filhos.
Câncer de mama mata. Câncer de colo de útero mata. E mata mais quem não consegue chegar no médico a tempo. Agora o médico chega antes. Esse é o ponto.
Mulher do Amapá, faz uma promessa pra você hoje. Marca essa consulta. Você merece ser cuidada do mesmo jeito que cuida de todo mundo.
Gabê, Corpus Christi é uma data de fé. E a sua fé é parte de quem você é. Aqui o tom é íntimo, espiritual, sem denominação fechada. A gente conversa com católico, com evangélico, com quem só acredita em algo maior. A regra é: missão, propósito, graça, providência, bênção. Sem citar igreja específica. Você fala como mãe que entrega o filho nas mãos de Deus todo dia. Como esposa que reza pelo marido em Brasília. Como mulher que sustenta um lar e sabe que sozinha não daria conta.
Corpus Christi é dia de parar. De respirar. De agradecer.
Que a sua casa hoje seja mesa cheia, abraço apertado, alma em paz.
A fé da mulher do Amapá não está só na igreja. Está no quintal, na cozinha, no berço.
Está na oração silenciosa que a gente faz antes de dormir, pedindo que dê tudo certo amanhã.
Hoje é Corpus Christi. Dia de lembrar que ninguém constrói nada sozinho.
Que a sua casa esteja cheia de propósito. E que o seu coração descanse.
Eu queria falar com você, mulher do Amapá, sobre uma coisa que a gente quase não fala em voz alta.
A fé.
A fé que sustenta quando o marido viaja. A fé que sustenta quando o filho tem febre de madrugada. A fé que sustenta quando o salário não fecha o mês mas a mesa continua posta.
Hoje é Corpus Christi. E essa data tem peso aqui no nosso estado. A gente é um povo de fé. Católico, evangélico, do terreiro, da reza forte. Cada um do seu jeito, mas todo mundo entendendo a mesma coisa: que existe algo maior cuidando da gente.
Eu sou mãe. Eu sou esposa. Eu sou mulher. E todo dia eu entrego a minha família nas mãos de Deus. Não porque eu sou fraca. Porque eu sou inteligente o suficiente pra saber que sozinha eu não dou conta.
Que hoje a sua casa esteja em paz. E que a gente saiba descansar.
(Voz baixa. Sem trilha sonora. Só você.)
Eu queria abrir o coração com você hoje. Sem roteiro, sem pose.
Tem dia que pesa. Tem dia que o José Valentino acorda chorando, o Acácio está em Brasília, o telefone toca cinco vezes antes do café da manhã, e eu olho pro espelho e penso: como é que eu vou dar conta?
E é nessa hora que eu paro. Respiro. E lembro que eu não preciso dar conta sozinha.
A minha fé não me tira o cansaço. Mas me dá motivo pra continuar. A minha fé não resolve tudo. Mas me lembra que tem propósito em tudo.
E eu sei que você também tem uma fé assim. De mãe que reza no fogão. De avó que benze de longe. De mulher que segura a casa e ainda agradece no fim do dia.
Hoje é Corpus Christi. Eu queria que essa data fosse um abraço em você. Você merece descanso. Você merece ser cuidada. Você merece um dia de pausa.
Que a sua casa esteja em bênção. E que o seu coração saiba que ele é amado.
Gabê, hoje é Dia Mundial do Meio Ambiente. O Acácio é suplente da Comissão de Meio Ambiente. Você fala da Amazônia do jeito que só uma mãe amapaense pode falar. Não é estatística do IPCC. É o rio que o José Valentino vai conhecer crescendo. É a floresta que sustenta a vida do povo do estado. Aqui o tom é orgulho, identidade, futuro. Sem ecologia de palanque. Com Amapá vivo na fala.
A Amazônia, pra mim, não é causa.
É a casa onde meu filho dorme.
Quem mora aqui protege porque ama. Não porque alguém mandou.
O mundo inteiro fala da Amazônia hoje. E todo mundo fala como se fosse problema.
Aqui no Amapá, a Amazônia é solução. É chão. É comida. É a água que a gente bebe.
73% do estado é área protegida. A gente aprendeu a viver junto com a floresta, não em cima dela.
Esse é o conhecimento que o Brasil precisa escutar.
Eu queria que o mundo escutasse uma mãe amazônida hoje. Só uma vez. Sem intermediário.
A Amazônia não é uma causa pra gente. É o quintal. É a escola do meu filho. É o ar que ele respira quando acorda.
O Amapá é um estado onde 73% do território é área protegida. Não foi sorte. Foi escolha. Foi as mulheres ribeirinhas dizendo "aqui não desmata". Foi as mulheres indígenas ensinando "aqui se planta com a lua". Foi as mulheres quilombolas guardando semente de geração em geração.
A gente protege a Amazônia porque conhece. Não porque é bonito no Instagram.
E é por isso que eu quero que meu filho cresça aqui. Com chão de terra, com céu sem nuvem, com rio que ainda dá pra nadar. Porque essa é a herança que vale.
Hoje é Dia Mundial do Meio Ambiente. E eu sei que essa data, pra muita gente, é só uma data.
Pra quem mora no Amapá, é diferente.
Eu acordo todo dia em Macapá. A única capital do Brasil cortada pela Linha do Equador. O sol nasce aqui em dois hemisférios ao mesmo tempo. Pensa nisso. Pensa que tipo de lugar é esse.
O José Valentino vai crescer ouvindo o barulho do rio. Vai conhecer a pororoca. Vai entender que a floresta não é cenário. É vizinha. É família.
E eu olho pras mulheres do interior. As ribeirinhas que sabem em que mês o tucumã madura. As indígenas que guardam o nome de cada planta da mata. As quilombolas que ensinam a benzer com folha. Elas são as verdadeiras cientistas da Amazônia.
O mundo precisa parar de querer salvar a Amazônia de longe. E começar a escutar quem mora dentro dela.
Mulher do Amapá, hoje a gente é a voz da floresta. E essa voz vem com força.
Gabê, hoje 17h tem Plenária do MDB Afro na Pedro Lazarino. Essa é uma pauta sua. Você se conecta com o MDB Mulher, com as lideranças negras do partido, com a história das mulheres negras do Amapá que sempre seguraram comunidade. Aqui a regra de ouro é: reconhecimento antes de ensino. Você não vai lá ensinar nada. Vai amplificar. Vai dizer alto o que essas mulheres já fazem. Lembra: cada mulher negra que está nessa plenária é uma líder que já se provou. Você só dá palco.
Quase 70% do Amapá é negro. Mas a política daqui ainda não reflete isso.
O MDB Mulher Afro está mudando essa conta.
A mulher negra do Amapá sustentou comunidade muito antes de existir partido.
Sustentou no Marabaixo. Sustentou no batuque. Sustentou na cozinha que alimentava a quadra inteira.
Hoje, ela está chegando na política formal. E ela não chega pra aprender. Chega pra ensinar.
Eu queria que vocês escutassem um número comigo. Quase 70% da população do Amapá é negra. Quase 70%.
Agora pensa nas câmaras municipais. Nas assembleias. Nos espaços de decisão. Quantas mulheres negras você vê?
Essa conta não fecha. E não fechar essa conta é um problema.
O MDB Mulher Afro existe pra resolver isso. Não com cota simbólica. Com formação real, com base nas comunidades, com mulheres que conhecem o terreiro, o quilombo, a periferia, e levam essa sabedoria pra dentro da política.
Essas mulheres não vieram aprender liderança. Elas lideram desde sempre. Vieram ocupar o espaço que sempre foi delas.
E eu estou aqui pra dizer alto: mulher negra do Amapá, a sua hora chegou. E o MDB chegou junto.
(Tom firme, olhos no centro da câmera.)
Eu queria começar essa conversa pedindo uma coisa. Antes de eu falar, lembra das mulheres negras que moldaram a sua vida. A vó. A vizinha. A professora. A liderança comunitária. Aquela tia que sempre sabia o que fazer.
Lembrou? Agora pensa em quantas dessas mulheres ocupam cargo público hoje.
O Amapá é o estado mais negro do Brasil, junto com a Bahia. Mas a nossa política não conta essa história direito. E isso é uma dívida que a gente tem que resolver.
O MDB Mulher Afro está construindo essa ponte. Mulheres negras se preparando, se conhecendo, se articulando. Não pra pedir lugar. Pra ocupar lugar.
Porque, olha, eu tenho que ser honesta. Liderança não se ensina pra quem já lidera. Se cria condição. Se abre porta. Se passa microfone.
E é isso que o MDB Mulher do Amapá está fazendo. Não estamos chegando como salvadoras de ninguém. Estamos chegando como irmãs. Pra somar força. Pra construir junto. Pra que a próxima geração de mulheres negras já cresça vendo gente que parece com elas decidindo o futuro do estado.
Mulher do Amapá: a sua voz transforma. E nós estamos aqui pra amplificar.
Gabê, Dia dos Namorados. Aqui é momento pessoal. Você fala do Acácio do seu jeito. Sem politizar. Sem propaganda. Pura verdade de mulher casada com homem público. Conta o que ninguém vê: a ligação às 23h pra ouvir a voz, o domingo que ele não consegue almoçar em casa, o sorriso quando ele consegue. E conecta com a mulher amapaense que também sustenta um relacionamento à distância, seja por trabalho, seja por viagem, seja porque a vida é dura. Essa pauta é coração no peito.
Amar um homem público é amar com saudade no calendário.
Mas amar ele é a parte fácil. Acácio, eu te amo.
O Dia dos Namorados, na minha casa, raramente é no dia 12.
Às vezes a gente comemora no 11. Às vezes no 14. Às vezes só quando ele consegue voltar de Brasília.
E a gente aprendeu uma coisa: amor de verdade não tem dia certo. Tem presença. Tem escolha. Tem ficar mesmo quando tudo conspira contra.
Acácio, hoje, ontem, amanhã. É você.
Quando eu conheci o Acácio, ele me avisou. Você está namorando um homem que pertence a um estado inteiro. Pensa bem.
Eu pensei. E fiquei.
Hoje eu sei o que aquilo significava. Significa o domingo que ele não consegue almoçar em casa. Significa a ligação às onze da noite pra ouvir a voz do José Valentino antes do menino dormir. Significa cumprir agenda que eu monto com a equipe dele toda segunda.
Mas significa também a forma como ele olha pra gente quando volta. Como se a gente fosse o motivo de tudo. Porque é.
Pra toda mulher amapaense que tem marido viajando, trabalhando, lutando longe: eu sei. Eu te entendo. Sustentar lar não é fraqueza. É a força mais bonita que existe.
Feliz Dia dos Namorados. Que o seu amor seja escolha. Todos os dias.
(Sorri devagar. Pausa. Fala como quem conta segredo.)
Eu queria contar pra vocês como é amar o Acácio.
Não o Acácio deputado. O Acácio homem. O que esquece a chave em cima da geladeira. O que ri alto demais quando o José Valentino faz alguma graça. O que liga de Brasília pra perguntar se a gente jantou.
Esse Acácio é o que eu casei. E é por esse que eu fiquei.
A política veio junto com ele. E eu sabia. Mas ninguém me preparou pro tanto que a política tira do tempo da gente. As viagens longas. As madrugadas em sessão. As semanas em que ele sai cedo e volta tarde, todo dia.
Mas eu também não sabia o quanto eu ia me orgulhar. De ver ele subir naquela tribuna. De ver entrega chegar nos municípios. De saber que cada lei que ele assina, alguém lá no Oiapoque vai ser tocado por ela.
Acácio, eu te amo. Hoje, amanhã, e em todos os dias que a vida deixar.
E pra toda mulher do Amapá que sustenta lar, sustenta saudade, sustenta esperança: hoje o dia também é seu. Você não está sozinha. Não está sozinha mesmo.
Gabê, esse é o dia. Lançamento oficial da pré-candidatura ao Senado. Você é a peça-chave dessa narrativa. Você é a voz da família que entrega o homem pro estado. Aqui não é discurso técnico. Aqui é coração. Você fala como esposa que acompanhou cada votação. Como mãe que vê o pai do filho assumir um compromisso ainda maior. Como mulher que conhece o Acácio melhor do que qualquer cabo eleitoral. E você passa segurança pro povo do Amapá: o homem que vocês conhecem é o que vai pra Brasília no Senado. Sem máscara, sem teatro.
Hoje eu entrego pro Amapá o homem que eu amo.
Acácio Favacho. Senador. Esse é o caminho.
Tem decisão de vida que a gente toma sozinha. E tem decisão que a gente toma com a família inteira.
A pré-candidatura do Acácio ao Senado foi a segunda.
Eu disse sim. O José Valentino disse sim do jeito dele. A Dona Francisca disse sim com orgulho.
Amapá, agora a decisão é sua. E eu confio no povo desse estado.
Eu queria estar olhando nos olhos de cada amapaense agora.
Hoje, dia 15 de junho, o Acácio lança oficialmente a pré-candidatura ao Senado. E eu sei o peso dessa decisão. Eu vivi cada dia desse mandato. Eu vi a entrega.
607 proposições. R$ 297 milhões em entregas auditadas em 16 municípios. PEC 47 dos ex-territórios beneficiando 30 mil servidores. Habita Amapá. Telemedicina. Iluminação pública. Saúde. Mas não é o número que me convence. É o caráter.
O Acácio que volta cansado de Brasília e ainda pergunta como foi o dia do José Valentino. Esse Acácio é o mesmo que vai pro Senado. Sem teatro. Sem máscara. Sem promessa vazia.
Amapá, eu confio nele. E confio em você. Vamos juntos.
(Olha firme. Sorri com confiança. Sem pressa.)
Amapá, eu queria conversar com vocês de mulher pra mulher, de mãe pra mãe, de coração pra coração.
Hoje a gente está marcando o início de uma caminhada nova. O Acácio se apresenta como pré-candidato ao Senado Federal pelo Amapá. E eu, como esposa, como mãe, como mulher que conhece esse homem por dentro, queria assinar embaixo dessa decisão.
Eu não venho aqui vender produto. Eu venho aqui contar verdade.
O Acácio não dorme bem quando uma cidade do Amapá fica sem luz. Ele acorda às 5h pra ler emenda parlamentar. Ele atende ligação de prefeito do interior no domingo. Ele guarda foto de criança atendida no Instituto na carteira. Esse é o homem.
E é esse homem que eu estou pedindo pra vocês confiarem agora. Não porque é meu marido. Porque é o melhor representante que o Amapá pode ter no Senado nesse momento histórico.
O Brasil decide a Amazônia em 2026. O Amapá decide o Brasil. E o povo amapaense merece ter quem fala a língua daqui sentado naquela cadeira.
Eu confio em vocês. O Acácio confia em vocês. Vamos juntos.
Gabê, fechando o mês de Junho com a alma do nordeste amapaense. São João, São Pedro, quadrilha, fogueira, milho cozido, comunidade na rua. Aqui é leveza. É a Gabê descontraída. É vídeo de família, é fé popular, é cultura amapaense que vem do interior. Você fala como mãe que ensina o filho a respeitar essas tradições. Como mulher que entende que a festa religiosa é também política, no melhor sentido: é o povo se reconhecendo. Tom: alegre, afetivo, próximo. Sem solenidade.
São João no Amapá não é festa. É memória do povo.
É o vizinho que cozinha. É a criança que dança. É a fogueira que junta tudo.
Eu cresci ouvindo música de festa junina antes de saber andar.
E hoje eu vejo o José Valentino aprendendo a dançar quadrilha do mesmo jeito.
São João é a festa do povo. Não tem patrocínio que substitua. Não tem outdoor que conte essa história. É comunidade na rua. É fé na fogueira.
Amapá, viva São João. Viva quem segura essa tradição.
Tem coisas que só quem é do norte entende.
A festa junina no Amapá não é o que aparece na TV. É o que acontece no quintal da casa da vó. É o quitute que a tia trouxe. É a quadrilha que sai improvisada às 22h. É o São Pedro pescador honrado pelos ribeirinhos.
Eu olho pro José Valentino aprendendo a cantar "olha pro céu meu amor" e penso: ele está sendo formado por algo maior. Por uma fé que veio dos meus pais, dos meus avós, e que vai chegar nele inteira.
Esse é o Amapá que vale a pena defender. O que tem fogueira no dia 24. O que pede a São Pedro no dia 29. O que dança até cansar e levanta no outro dia trabalhando.
Mulher do Amapá, festeira ou não festeira, esse mês de junho é seu. Aproveita com quem você ama.
(Tom leve. Sorrisão. Tudo descontraído.)
Junho no Amapá é um mês mágico. Sério, gente.
A casa começa a ter cheiro de milho cozido. As crianças aparecem com vestido de chita. O vizinho avisa que vai botar fogueira na frente. E ninguém precisa de festa de palanque pra entender que tem festa acontecendo.
Eu sou suspeita pra falar de junho. Eu amo. Amo desde criança.
Mas o que mais me toca hoje, como mãe, é ver o José Valentino entrando nessa cultura. Ele ainda é pequeno. Mas já bate palma quando ouve forró. Já entende que a fogueira é sagrada. Já fica grudado quando o povo começa a cantar "casamento na roça".
São João dia 24. São Pedro dia 29. Duas datas que param o Amapá. E não é folclore não. É fé popular. É a forma do nosso povo dizer: a gente é daqui, a gente acredita, a gente celebra junto.
Pra toda mulher amapaense que está preparando comida pra festa, que está costurando vestido pra filho, que está organizando quadrilha no bairro: o seu trabalho é cultura. E cultura é resistência.
Viva São João. Viva São Pedro. Viva o Amapá.